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OSTEOPATIA

EMI_5842A Osteopatia surgiu nos EUA a partir de estudos de um médico que se utilizava de terapia natural, chamado Dr. Andrew Taylor Still (1828-1917). Tem validade tão concreta que é recomendada e incentivada pela OMS (Organização Mundial de Saúde) como prática de saúde.

A Osteopatia caracteriza-se por um sistema de avaliação e tratamento com metodologia e filosofia própria, que visa restabelecer a função das estruturas e sistemas corporais, agindo através da intervenção manual sobre os tecidos (articulações, músculos, fáscias, ligamentos, cápsulas, vísceras, tecido nervoso, vascular e linfático).

A Osteopatia está baseada na anatomia, fisiologia e semiologia, e não há receitas, mas sim um tratamento que se baseia em exame clínico. O exame osteopático deve levar a um ato terapêutico.

Dentro da filosofia osteopática a importância dada aos processos naturais do corpo é enorme e, por esse motivo, grande parte dos conceitos osteopáticos e mesmo seus procedimentos de tratamento são pautados nos mecanismos reguladores do sistema nervoso central e autônomo, ou seja, na intervenção terapêutica do fisioterapeuta osteopata.

Dúvidas Frequentes

Quais as indicações da Osteopatia?

As dores na coluna vertebral são o motivo mais freqüente de consultar um osteopata, como lombalgias agudas e crônicas, torcicolos, cervicalgias, dorsalgias, desequilíbrio da pelve, síndrome do piriforme (falsa ciática) e hérnias discais. Também é indicada nas dores do membro superior, tais como cervicobraquialgias, periartrites escapuloumerais, parestesias, tendinites, lesões por esforços repetitivos (LER), síndrome de compressão do desfiladeiro escapulotorácico, e em algumas dores do membro inferior, como ciáticas, cruralgias, tendinites, entorses, etc. A Osteopatia também trata disfunções viscerais como desordens gastrintestinais, constipação, cólica menstrual, etc. As indicações da Osteopatia não se restringem a dores musculoesqueléticas, já que a Osteopatia é, em si, uma maneira de lidar com a patologia, especialmente com ênfase no aspecto preventivo. Entre as contra-indicações estão os reumatismos em fase inflamatória, câncer ósseo, fraturas não consolidadas, certas vertigens por insuficiência vértebro- basilar, e, em caso de osteoporose avançada, somente técnicas mais específicas podem ser indicadas.

Quantas sessões são necessárias?

Geralmente o tratamento osteopático necessita de poucas sessões, mas tudo depende da gravidade do problema, da cronicidade (há quanto tempo existe o problema), da causa e de como o corpo do paciente irá reagir ao tratamento.

Qual é a frequência do tratamento de Osteopatia?

Como o corpo precisa de um tempo para se reorganizar após a intervenção osteopática, as sessóes são realizadas com um intervalo de uma a duas semanas, dependendo do caso. Os intervalos irão aumentando conforme a resolução do problema, para uma sessão por mês, a cada três meses, seis meses, até chegar a uma vez por ano, quando se trata de prevenção de recidivas e promoção de saúde.

Qual é a duração da sessão de Osteopatia?

O tempo da sessão é em media uma hora.

Depoimentos

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